E se lhe dissessem que os vampiros, afinal, existem? Não dormem em caixões nem nos sugam as carótidas: pior, sugam-nos vitalidade, deitam-nos abaixo, destroem-nos. Saiba já como descobri-los e como se defender deles.
Edvard Munch
Título da obra :Amor e Dor...
Suas obras estão impregnadas de obsessões, como a
morte a solidão, a melancolia, o terror das forças da natureza…
Frutos
da modernidade, ou lendas ?
Ao observarmos o processo de mudanças na forma
de agir e pensar que a sociedade sofreu e vem sofrendo, discutindo o processo civilizador
e as consequências deste processo delimitando-se para a modernidade, que vem
provocando profundas mudanças na sociedade e na forma de sua organização
social., podemos dizer que podem ter aumentado devido ao stress . Mas talvez eles sempre existiram há vampiros de toda
forma: astrais e encarnados.
Mas aqui vamos falar dos encarnados que servem de canal e pasto para os do
astral.
Um vampiro é um desalmado, isto é, os recursos de sua alma são quase que nulos,
sendo assim, conscientes ou inconscientes, são como sanguessugas da energia
vital, na maioria canais de abastecimento para vampiros astrais, principalmente
larvas astrais.
Para detectar um vampiro energético basta estar com os sentidos atentos. Ele se
aproxima da sua vitima manhosamente de maneira cordial e adulatória, passado
alguns minutos a vítima sente-se fraca exaurida em suas energias vitais.
O vampiro sente-se novamente energizado, com as baterias recarregadas para
esbanjar e servir o banquete aos vampiros e larvas astrais.
Quando o vampiro percebe que sua vitima não cai ou tem um mecanismo de defesa
próprio, então parte para a agressão verbal e gestual, a fim de romper tal
mecanismo de defesa com o intuito de obter uma carga rápida de energia vital. A
vítima desatenta, após, sente-se exaurir e entra em colapso nervoso. Depois que
se recompõe fica sem entender porque motivo foi agredida. O único motivo foi à
fome selvagem do vampiro.
Este tipo de vampirismo energético é muito comum. Mas há vários tipos.
Mais interessante ainda são os vampiros cuja força necessária ao
desenvolvimento de sua personalidade não é o bastante para a finalidade
almejada. Assiste-se, então, à utilização de toda sorte de expedientes sob a
forma do que se denomina super compensação, isto é, uma forma exagerada de
certas propriedades e aptidões destinadas a enganar os que o cercam
relativamente ao seu valor e a servir de protetor à sua fraqueza psíquica.
São as simulações dos medíocres, incapazes e deficientes mentais, recurso
astucioso e suplementar de defesa ou "talento" dos impotentes para
não sucumbir na luta de competição.
O intuito principal é sempre de ordem utilitária, tirar proveito, encontrar um
ponto vulnerável de quem deseja tirar vantagem. Este ponto é a piedade,
empanada pelo sentimentalismo ingênuo, pela credulidade, pelo sentimento de
filantropia ou de solidariedade social. Neste sentido simulam miséria,
invalidez, perturbações físicas, psíquicas ou mentais. Existem, ao contrário,
os que "simulam saúde" para serem admitidos ou conservados em
empregos e para não perderem prestígio em situações compensadoras.
Todos os tipos de vampiros utilizam a simulação para vencer a própria
impotência. Alguns têm inteligência e conseguem enganar. A maioria, porém, põe
à mostra a manobra astuciosa.
Os vampiros de "talento" são sempre insatisfeitos, não podem suportar
a própria impotência em todos os sentidos e tudo fazem para ser algo entre os
que o são de fato."São
pessoas tóxicas, veja se não possuem algum tipo de vício ou compulsão (jogos,
bebidas, drogas, sexo, comida) e se você perceber que não poderá ajudá-lo e
conhecer os seus (é seu mesmo) limites, prepare-se para deixá-lo. Saia correndo!"
(1)
Em grau menos pronunciado, verifica-se o vampirismo nas mulheres que
tiranizam seus maridos com crises de lágrimas; os vampiros , influenciados , contaminados pela preguiça que "chora miséria" para obter as
graças altruísticas dos simplórios caritativos; as explosões de cólera de
vampiros, crianças e adolescentes que por esse meio governam os pais; os
vampiros excessivamente inflacionados que acham que a sociedade foi feita única
e exclusivamente para servi-lo como escravos, os vampiros buracos negros, são
os mais desalmados, que sugam tudo o que podem, ou melhor, roubam, pois são tão
débeis em todos os sentidos que acham que tudo que foi criado pelo trabalho
individual e coletivo, em todos os sentidos está aí para ser roubado por
qualquer meio dissimulado.
Todo vampiro é um auto excluído do sistema universal das trocas justas.
Portanto tem que tomar pela força ou pela dissimulação sutil os objetos de seus
desejos, inclusive a energia vital alheia (o sangue) para se manter vivo.
O vampiro é o produto das aberrações humanas, é um ser doente, bizarro, desalmado,
extremamente anti-social, individualmente e coletivamente.” muitas vezes as
pessoas “vampirescas” não percebem o efeito negativo de seu comportamento nos
outros porque são egocêntricas, voltadas para si mesmas, com pouco interesse
verdadeiro no que não lhe diz respeito. “Este egocentrismo pode ser devido a um
traço de personalidade, uma disfunção psicológica, ou pode ser algo totalmente
temporário que ocorre em momentos de estresse e crise. Mas, deve-se lembrar de
que, no caso do estresse excessivo, uma vez que a crise passe, há um retorno ao
funcionamento normal”, completa.” (3)
O negro de sua capa representa a sua capacidade de dissimulação para
ocultar o vermelho sombrio de seus ressentimentos infinitamente odientos.
Suas vítimas são pessoas inocentes, tolas, incultas em relação as ciências
psíquicas, mal preparadas e fracas que dão o "pescoço" para serem
sugadas e por contaminação e influencia tornarem-se também vampiros.
A mitologia vampiresca é denúncia velada de grave doença psicossocial.
Assim, só não percebe vampiros quem não quer, ou não tem olhos de ver...
Há mais coisas ocultas do que se possa imaginar.
Frutos
da modernidade, ou lendas ?
Ao observarmos o processo de mudanças na forma
de agir e pensar que a sociedade sofreu e vem sofrendo, discutindo o processo civilizador
e as consequências deste processo delimitando-se para a modernidade, que vem
provocando profundas mudanças na sociedade e na forma de sua organização
social., podemos dizer que podem ter aumentado devido ao stress . Mas talvez eles sempre existiram há vampiros de toda
forma: astrais e encarnados.
Mas aqui vamos falar dos encarnados que servem de canal e pasto para os do astral.
Um vampiro é um desalmado, isto é, os recursos de sua alma são quase que nulos, sendo assim, conscientes ou inconscientes, são como sanguessugas da energia vital, na maioria canais de abastecimento para vampiros astrais, principalmente larvas astrais.
Para detectar um vampiro energético basta estar com os sentidos atentos. Ele se aproxima da sua vitima manhosamente de maneira cordial e adulatória, passado alguns minutos a vítima sente-se fraca exaurida em suas energias vitais.
O vampiro sente-se novamente energizado, com as baterias recarregadas para esbanjar e servir o banquete aos vampiros e larvas astrais.
Quando o vampiro percebe que sua vitima não cai ou tem um mecanismo de defesa próprio, então parte para a agressão verbal e gestual, a fim de romper tal mecanismo de defesa com o intuito de obter uma carga rápida de energia vital. A vítima desatenta, após, sente-se exaurir e entra em colapso nervoso. Depois que se recompõe fica sem entender porque motivo foi agredida. O único motivo foi à fome selvagem do vampiro.
Este tipo de vampirismo energético é muito comum. Mas há vários tipos.
Mais interessante ainda são os vampiros cuja força necessária ao desenvolvimento de sua personalidade não é o bastante para a finalidade almejada. Assiste-se, então, à utilização de toda sorte de expedientes sob a forma do que se denomina super compensação, isto é, uma forma exagerada de certas propriedades e aptidões destinadas a enganar os que o cercam relativamente ao seu valor e a servir de protetor à sua fraqueza psíquica.
São as simulações dos medíocres, incapazes e deficientes mentais, recurso astucioso e suplementar de defesa ou "talento" dos impotentes para não sucumbir na luta de competição.
O intuito principal é sempre de ordem utilitária, tirar proveito, encontrar um ponto vulnerável de quem deseja tirar vantagem. Este ponto é a piedade, empanada pelo sentimentalismo ingênuo, pela credulidade, pelo sentimento de filantropia ou de solidariedade social. Neste sentido simulam miséria, invalidez, perturbações físicas, psíquicas ou mentais. Existem, ao contrário, os que "simulam saúde" para serem admitidos ou conservados em empregos e para não perderem prestígio em situações compensadoras.
Todos os tipos de vampiros utilizam a simulação para vencer a própria impotência. Alguns têm inteligência e conseguem enganar. A maioria, porém, põe à mostra a manobra astuciosa.
Os vampiros de "talento" são sempre insatisfeitos, não podem suportar a própria impotência em todos os sentidos e tudo fazem para ser algo entre os que o são de fato."São pessoas tóxicas, veja se não possuem algum tipo de vício ou compulsão (jogos, bebidas, drogas, sexo, comida) e se você perceber que não poderá ajudá-lo e conhecer os seus (é seu mesmo) limites, prepare-se para deixá-lo. Saia correndo!" (1)
Em grau menos pronunciado, verifica-se o vampirismo nas mulheres que tiranizam seus maridos com crises de lágrimas; os vampiros , influenciados , contaminados pela preguiça que "chora miséria" para obter as graças altruísticas dos simplórios caritativos; as explosões de cólera de vampiros, crianças e adolescentes que por esse meio governam os pais; os vampiros excessivamente inflacionados que acham que a sociedade foi feita única e exclusivamente para servi-lo como escravos, os vampiros buracos negros, são os mais desalmados, que sugam tudo o que podem, ou melhor, roubam, pois são tão débeis em todos os sentidos que acham que tudo que foi criado pelo trabalho individual e coletivo, em todos os sentidos está aí para ser roubado por qualquer meio dissimulado.
Todo vampiro é um auto excluído do sistema universal das trocas justas. Portanto tem que tomar pela força ou pela dissimulação sutil os objetos de seus desejos, inclusive a energia vital alheia (o sangue) para se manter vivo.
O vampiro é o produto das aberrações humanas, é um ser doente, bizarro, desalmado, extremamente anti-social, individualmente e coletivamente.” muitas vezes as pessoas “vampirescas” não percebem o efeito negativo de seu comportamento nos outros porque são egocêntricas, voltadas para si mesmas, com pouco interesse verdadeiro no que não lhe diz respeito. “Este egocentrismo pode ser devido a um traço de personalidade, uma disfunção psicológica, ou pode ser algo totalmente temporário que ocorre em momentos de estresse e crise. Mas, deve-se lembrar de que, no caso do estresse excessivo, uma vez que a crise passe, há um retorno ao funcionamento normal”, completa.” (3)
O negro de sua capa representa a sua capacidade de dissimulação para ocultar o vermelho sombrio de seus ressentimentos infinitamente odientos.
Suas vítimas são pessoas inocentes, tolas, incultas em relação as ciências psíquicas, mal preparadas e fracas que dão o "pescoço" para serem sugadas e por contaminação e influencia tornarem-se também vampiros.
A mitologia vampiresca é denúncia velada de grave doença psicossocial.
Assim, só não percebe vampiros quem não quer, ou não tem olhos de ver...
Há mais coisas ocultas do que se possa imaginar.
Mas aqui vamos falar dos encarnados que servem de canal e pasto para os do astral.
Um vampiro é um desalmado, isto é, os recursos de sua alma são quase que nulos, sendo assim, conscientes ou inconscientes, são como sanguessugas da energia vital, na maioria canais de abastecimento para vampiros astrais, principalmente larvas astrais.
Para detectar um vampiro energético basta estar com os sentidos atentos. Ele se aproxima da sua vitima manhosamente de maneira cordial e adulatória, passado alguns minutos a vítima sente-se fraca exaurida em suas energias vitais.
O vampiro sente-se novamente energizado, com as baterias recarregadas para esbanjar e servir o banquete aos vampiros e larvas astrais.
Quando o vampiro percebe que sua vitima não cai ou tem um mecanismo de defesa próprio, então parte para a agressão verbal e gestual, a fim de romper tal mecanismo de defesa com o intuito de obter uma carga rápida de energia vital. A vítima desatenta, após, sente-se exaurir e entra em colapso nervoso. Depois que se recompõe fica sem entender porque motivo foi agredida. O único motivo foi à fome selvagem do vampiro.
Este tipo de vampirismo energético é muito comum. Mas há vários tipos.
Mais interessante ainda são os vampiros cuja força necessária ao desenvolvimento de sua personalidade não é o bastante para a finalidade almejada. Assiste-se, então, à utilização de toda sorte de expedientes sob a forma do que se denomina super compensação, isto é, uma forma exagerada de certas propriedades e aptidões destinadas a enganar os que o cercam relativamente ao seu valor e a servir de protetor à sua fraqueza psíquica.
São as simulações dos medíocres, incapazes e deficientes mentais, recurso astucioso e suplementar de defesa ou "talento" dos impotentes para não sucumbir na luta de competição.
O intuito principal é sempre de ordem utilitária, tirar proveito, encontrar um ponto vulnerável de quem deseja tirar vantagem. Este ponto é a piedade, empanada pelo sentimentalismo ingênuo, pela credulidade, pelo sentimento de filantropia ou de solidariedade social. Neste sentido simulam miséria, invalidez, perturbações físicas, psíquicas ou mentais. Existem, ao contrário, os que "simulam saúde" para serem admitidos ou conservados em empregos e para não perderem prestígio em situações compensadoras.
Todos os tipos de vampiros utilizam a simulação para vencer a própria impotência. Alguns têm inteligência e conseguem enganar. A maioria, porém, põe à mostra a manobra astuciosa.
Os vampiros de "talento" são sempre insatisfeitos, não podem suportar a própria impotência em todos os sentidos e tudo fazem para ser algo entre os que o são de fato."São pessoas tóxicas, veja se não possuem algum tipo de vício ou compulsão (jogos, bebidas, drogas, sexo, comida) e se você perceber que não poderá ajudá-lo e conhecer os seus (é seu mesmo) limites, prepare-se para deixá-lo. Saia correndo!" (1)
Em grau menos pronunciado, verifica-se o vampirismo nas mulheres que tiranizam seus maridos com crises de lágrimas; os vampiros , influenciados , contaminados pela preguiça que "chora miséria" para obter as graças altruísticas dos simplórios caritativos; as explosões de cólera de vampiros, crianças e adolescentes que por esse meio governam os pais; os vampiros excessivamente inflacionados que acham que a sociedade foi feita única e exclusivamente para servi-lo como escravos, os vampiros buracos negros, são os mais desalmados, que sugam tudo o que podem, ou melhor, roubam, pois são tão débeis em todos os sentidos que acham que tudo que foi criado pelo trabalho individual e coletivo, em todos os sentidos está aí para ser roubado por qualquer meio dissimulado.
Todo vampiro é um auto excluído do sistema universal das trocas justas. Portanto tem que tomar pela força ou pela dissimulação sutil os objetos de seus desejos, inclusive a energia vital alheia (o sangue) para se manter vivo.
O vampiro é o produto das aberrações humanas, é um ser doente, bizarro, desalmado, extremamente anti-social, individualmente e coletivamente.” muitas vezes as pessoas “vampirescas” não percebem o efeito negativo de seu comportamento nos outros porque são egocêntricas, voltadas para si mesmas, com pouco interesse verdadeiro no que não lhe diz respeito. “Este egocentrismo pode ser devido a um traço de personalidade, uma disfunção psicológica, ou pode ser algo totalmente temporário que ocorre em momentos de estresse e crise. Mas, deve-se lembrar de que, no caso do estresse excessivo, uma vez que a crise passe, há um retorno ao funcionamento normal”, completa.” (3)
O negro de sua capa representa a sua capacidade de dissimulação para ocultar o vermelho sombrio de seus ressentimentos infinitamente odientos.
Suas vítimas são pessoas inocentes, tolas, incultas em relação as ciências psíquicas, mal preparadas e fracas que dão o "pescoço" para serem sugadas e por contaminação e influencia tornarem-se também vampiros.
A mitologia vampiresca é denúncia velada de grave doença psicossocial.
Assim, só não percebe vampiros quem não quer, ou não tem olhos de ver...
Há mais coisas ocultas do que se possa imaginar.





