O termo felicidade segundo o dicionário eletrônico Michaelis sf
(lat felicitate) refere-se ao “Estado de quem é feliz. Ventura. Bem-estar,
contentamento. Bom resultado, bom êxito. F. eterna: bem-aventurança. Em Latim,
a palavra felix (genitivo felicis) queria dizer - originalmente -
"fértil", "frutuoso" ("que dá frutos"),
"fecundo". Mais tarde felix tornou-se sinônimo de
"afortunado", "alegre", "satisfeito". [2]
No
nosso último encontro fizemos uma viagem pelo tempo fomos buscar na antiguidade
clássica , os diferentes conceitos para juntos tentar descobrir a razão da
Felicidade! Acreditava- se que a felicidade podia ir desde um “estado de
espírito”, a busca de uma” vida virtuosa
e sábia”, ou estava ligado ao prazer e o afastamento da dor, para tal era
necessário adotar uma vida simples e natural.
E agora, como será que nós
seres viventes do século XXI, vemos
a felicidade? Para alguns talvez ,a busca da
felicidade torna-se quase um dever
no mundo pós-moderno e obtê-la é um desejo comum a quase todas as pessoas. Vamos
rever essa palavra Dever, o
significado é: v.reg.mult. : Ser obrigado a pagar; possuir obrigações http://www.dicio.com.br/dever/.
Bem, a felicidade para mim deveria estar mais ligada a um estado de espírito e
bem – estar, não uma obrigação.
Acontece que nesse mundo em que vivemos, digamos
na pós - modernidade, as pessoas acabam apresentando uma instabilidade dos
desejos e uma insegurança que os influência em uma busca, em um consumo
constante, como forma de sustentação que lhe oferte felicidade. Existe certa
crise de identidade de valores ,
costumes e também da cultura pois
as relações passam a ser fragmentadas .Basta
observarmos ao nosso redor , os
programas de televisão e os telejornais verificam-se ,a violência esta
galopante, as relações entre
trabalho não são as mesmas, o sistema exige cada vez mais do trabalhador
, profissionalização e capacitação ,o
sistema familiar esta totalmente desregulado, não existe respeito e nem
diálogo... Sem falar na escolarização
das massas, e crise na Educação.
Nesse conceito como já vimos à
felicidade neste contexto torna-se um dever, uma obrigação, que acaba por
perpetuar-se em um ideal ilusório de uma felicidade mascarada, visando a
completar o vazio deixado... Modelada,
em uma ideia de pronta e infinita, onde diversos tipos de objetos são ofertados
como sendo aqueles que proporcionarão a felicidade para a atual sociedade
consumista! O incrível é que nem
sempre essa falsa sensação de felicidade pode ser algo penoso, porém mantido
para que assim esse sujeito possa estar inscrito socialmente e consumindo o que
os demais consomem.
A temática da felicidade passa a
ser transformada em um objeto de desejo, que deve ser satisfeito. Mas talvez o correto,
na minha visão o sinônimo de felicidade deveria seria o bem-estar; pois além de
cultivar a invenção de novas saídas, possibilita às pessoas serem felizes mesmo
passando adversidades.
Pois a felicidade pode ser
experimentada, claro, mas sua permanência é uma ilusão. Já que vivemos com
outras pessoas, em sociedade, que de certa forma nos cobra: atitudes,
comportamentos, e até certo status. Sem
contar com a nossa subjetividade, nossas expectativas, sonhos, ideias... Mas
precisávamos ter uma IDEOLOGIA, um norte a seguir!
Para não cairmos na teia de que
consumindo o que os demais consomem e prestando assim um culto à ideologia do
sucesso, Massificada pelos Meios de Comunicação em Massa, esse ser caminho!
Onde tudo passa a ser válido, desde que isso lhe garanta um mínimo de
satisfação. O coletivo é um dos principais determinantes para isso. Infelizmente.... A necessidade da aprovação social....Acabamos
por abandonar nossas ideias para
apreender novos conceitos e por que não, novos valores onde nos tornamos felizes assim à revelia de nossas verdades. As vezes
tenho a impressão , que a sociedade científica encampou o
direito de dar sentido à vida, com essa ideia fixada busca desenfreada do “prazer”, ocorrendo assim uma guinada no terreno dos
valores...Uma vida virtuosa, ética e simples!? Não, o que vale é o “padrão da
qualidade de vida” imposto pelos valores sociais vigentes no grupo a que pertencemos
....A que custo?
Bem...Valeu! Pra quem
leu um abraço, e não vou parar por aqui, pois esse assunto é muito
instigante... Provoca cada vez mais reflexões... Arline
Pra
fechar....Felicidade
não é o que acontece na nossa vida, mas como nós elaboramos esses
acontecimentos. A diferença entre o sábio e o ignorante é que o primeiro sabe
aproveitar suas dificuldades para evoluir, enquanto o segundo se sente vítima
de seus problemas"(Roberto
Shinyashiki)
O termo felicidade segundo o dicionário eletrônico Michaelis sf
(lat felicitate) refere-se ao “Estado de quem é feliz. Ventura. Bem-estar,
contentamento. Bom resultado, bom êxito. F. eterna: bem-aventurança. Em Latim,
a palavra felix (genitivo felicis) queria dizer - originalmente -
"fértil", "frutuoso" ("que dá frutos"),
"fecundo". Mais tarde felix tornou-se sinônimo de
"afortunado", "alegre", "satisfeito". [2]
No
nosso último encontro fizemos uma viagem pelo tempo fomos buscar na antiguidade
clássica , os diferentes conceitos para juntos tentar descobrir a razão da
Felicidade! Acreditava- se que a felicidade podia ir desde um “estado de
espírito”, a busca de uma” vida virtuosa
e sábia”, ou estava ligado ao prazer e o afastamento da dor, para tal era
necessário adotar uma vida simples e natural.
E agora, como será que nós
seres viventes do século XXI, vemos
a felicidade? Para alguns talvez ,a busca da
felicidade torna-se quase um dever
no mundo pós-moderno e obtê-la é um desejo comum a quase todas as pessoas. Vamos
rever essa palavra Dever, o
significado é: v.reg.mult. : Ser obrigado a pagar; possuir obrigações http://www.dicio.com.br/dever/.
Bem, a felicidade para mim deveria estar mais ligada a um estado de espírito e
bem – estar, não uma obrigação.
Acontece que nesse mundo em que vivemos, digamos
na pós - modernidade, as pessoas acabam apresentando uma instabilidade dos
desejos e uma insegurança que os influência em uma busca, em um consumo
constante, como forma de sustentação que lhe oferte felicidade. Existe certa
crise de identidade de valores ,
costumes e também da cultura pois
as relações passam a ser fragmentadas .Basta
observarmos ao nosso redor , os
programas de televisão e os telejornais verificam-se ,a violência esta
galopante, as relações entre
trabalho não são as mesmas, o sistema exige cada vez mais do trabalhador
, profissionalização e capacitação ,o
sistema familiar esta totalmente desregulado, não existe respeito e nem
diálogo... Sem falar na escolarização
das massas, e crise na Educação.
Nesse conceito como já vimos à
felicidade neste contexto torna-se um dever, uma obrigação, que acaba por
perpetuar-se em um ideal ilusório de uma felicidade mascarada, visando a
completar o vazio deixado... Modelada,
em uma ideia de pronta e infinita, onde diversos tipos de objetos são ofertados
como sendo aqueles que proporcionarão a felicidade para a atual sociedade
consumista! O incrível é que nem
sempre essa falsa sensação de felicidade pode ser algo penoso, porém mantido
para que assim esse sujeito possa estar inscrito socialmente e consumindo o que
os demais consomem.
A temática da felicidade passa a
ser transformada em um objeto de desejo, que deve ser satisfeito. Mas talvez o correto,
na minha visão o sinônimo de felicidade deveria seria o bem-estar; pois além de
cultivar a invenção de novas saídas, possibilita às pessoas serem felizes mesmo
passando adversidades.
Pois a felicidade pode ser
experimentada, claro, mas sua permanência é uma ilusão. Já que vivemos com
outras pessoas, em sociedade, que de certa forma nos cobra: atitudes,
comportamentos, e até certo status. Sem
contar com a nossa subjetividade, nossas expectativas, sonhos, ideias... Mas
precisávamos ter uma IDEOLOGIA, um norte a seguir!
Para não cairmos na teia de que
consumindo o que os demais consomem e prestando assim um culto à ideologia do
sucesso, Massificada pelos Meios de Comunicação em Massa, esse ser caminho!
Onde tudo passa a ser válido, desde que isso lhe garanta um mínimo de
satisfação. O coletivo é um dos principais determinantes para isso. Infelizmente.... A necessidade da aprovação social....Acabamos
por abandonar nossas ideias para
apreender novos conceitos e por que não, novos valores onde nos tornamos felizes assim à revelia de nossas verdades. As vezes
tenho a impressão , que a sociedade científica encampou o
direito de dar sentido à vida, com essa ideia fixada busca desenfreada do “prazer”, ocorrendo assim uma guinada no terreno dos
valores...Uma vida virtuosa, ética e simples!? Não, o que vale é o “padrão da
qualidade de vida” imposto pelos valores sociais vigentes no grupo a que pertencemos
....A que custo?
Bem...Valeu! Pra quem
leu um abraço, e não vou parar por aqui, pois esse assunto é muito
instigante... Provoca cada vez mais reflexões... Arline


